- Conteudo Principal

Não se aceita, ponto!

Campanha nacional de prevenção da violência no ciclo de vida

poster da campanha com uma adolescente, uma criança, uma médica e um idoso sobre um fundo negro e com um vidro rachado por cima a simbolizar a violência

“Não se aceita, ponto!”- Campanha Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida, uma iniciativa da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ), da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) e da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS).

Viver em ambientes de violência, quaisquer que sejam, pode deixar marcas profundas para toda a vida, por vezes com desfecho trágico; é um sofrimento difícil de ultrapassar e que, ao contrário do que muitas vezes pensamos, não acontece só aos outros: pode ser a cada um de nós ou quem está mesmo ao nosso lado: familiares, amigos, colegas de trabalho. Por isso, é importante percebermos que se trata de uma realidade transversal a todos os estratos socioeconómicos e culturais. É fundamental quebrar o mito de que a violência, episódica ou persistente, atinge apenas pessoas ou famílias mais desprotegidas e vulneráveis. Isso não corresponde à realidade, acontece em todos os contextos sociais.

“Não se aceita, ponto!” é um alerta para mobilizar e sensibilizar a sociedade, para que todos sejamos atentos e proativos, nomeadamente fazendo a comunicação de práticas ou indícios de que alguém, à nossa volta, está a ser vítima de qualquer tipo de violência: física, psicológica, sexual ou outra. O silêncio é sempre a pior atitude e apenas favorece os agressores!

Apoiar e divulgar esta campanha é um ato de cidadania que não deve deixar ninguém indiferente!

Assista aqui ao vídeo Cicatriz, criado pela Ser Mudança - Associação para o Desenvolvimento Humano, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.

Pode, também, ver aqui os spots publicitários:

Spot 1

Spot 2

Assista aqui à entrevista a Rosário Farmhouse e Maria João Fernandes, presidente e vice-presidente da CNPDPCJ, sobre a importância da comunidade na prevenção da violência e o objetivo desta campanha.